WildStar

Publicado em 05/07/2016 - 17h50 por Márlon Vieira

No mundo dos MMORPGs é cada vez mais comum encontrar títulos muito parecidos, com dinâmicas similares ou mesmo enredos que não mudam e que não permitem sequer que você distingua se está tratando do jogo X, do jogo Y ou do jogo z, o que pode ser extremamente desmotivador, especialmente para os fãs de RPG que desejam bom enredo, bons gráficos e, mais importante, diversão de qualidade.

E é exatamente visando esse público, que já está cansado de mais do mesmo dentro dos MMORPG, que “WildStar“, MMORPG desenvolvido pela Carbine Studios, estúdio de desenvolvimento composto por veteranos que trabalharam na Blizzard (criadora de “Warcraft“, “World of Warcraft“, “Starcraft“, “Diablo” e outros).

O título, lançado em 2014 inicialmente com o modelo de negócios Buy-to-play e que mais tarde, em 2016, teve sua transição para o Free-to-play, é publicado e distribuído pela NCSoft, empresa sul-coreana, com escritórios em todo o mundo, que tem entre seus títulos MMORPGs de peso como “Blade & Soul”, “Lineage“, “Aion“, “Guild Wars” e “Guild Wars 2“, dentre outros sucessos de público e de crítica, o torna “Wildstar” um título com suporte de qualidade garantida.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a equipe que trouxe “WildStar” para o mundo e também está desejoso para conhecer os detalhes e também nossa opinião sobre esse game, chegou a hora de darmos o play e falarmos desse jogo que promete fugir da mesmice dos outros títulos.

O que é “WildStar” e o que o torna diferente dos outros 100 RPGs que joguei semana passada?

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Em um mundo lotado MMORPGs e com títulos sendo lançados a cada nova semana, é uma tarefa difícil se destacar no mercado, mas a aposta de “WildStar” e da equipe do Carbine Studios é focar em um conteúdo diferenciado, fugindo de enredos tradicionais e cheios de clichê e apostando em mecânicas mais inovadoras.

Em “WildStar“, somos apresentados a um mundo de ficção científica, onde o planeta Nexus, lar das aventuras e do desenrolar do jogo, é palco de batalhas intensas, causadas por uma avançadíssima tecnologia que torna jogadores seres de grande poder, sendo que seus criadores, sua origem e também seu destino são um mistério que o jogador deve resolver.

Ao iniciar o jogo, somos recebidos por um mundo de ficção e de batalhas, que nos oferece a oportunidade de nos unirmos a duas facções distintas, os Dominion e os Exile, que tem interesses, planos, missões e visões de jogo bastante distintas, afetando o desenvolver da história e também a experiência do jogo.

Quais são os destaques de “WildStar” e porque o jogo é interessante?

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Utilizando de elementos clássicos e procurando reinventar questões e detalhes presentes em grande parte dos MMORPGs modernos, “WildStar” tem alguns detalhes e pontos fortes que o fazem ganhar espaço perante a concorrência, como o sistema de batalhas, as missões e desenrolar da trama, o desenvolvimento dos personagens e também sua interface e jogabilidade, que se destacam bastante de outros jogos similares.

Confira alguns pontos interessantes que gostamos em nossa experiência com Wildstar:

Sistema de combate: sem dúvida alguma, o sistema de combate de “Wildstar” foi o elemento que mais gostamos em nossos testes com o jogo, já que ele foge das premissas tradicionais de grind (onde você repete uma sequência infindável de botões), de spam de magias (quando você só mantém o dedo no botão de poder) ou mesmo dos combates em turno, usando um sistema de combate inovador.

Em “WildStar“, o jogador tem liberdade praticamente total durante as batalhas, já que o jogo lhe permite movimentar e controlar totalmente seu personagem, escolhendo e desenvolvendo táticas específicas para cada tipo de inimigo ou mesmo para batalhas PVP. Sem questionamentos, esse é o ponto alto do jogo.

Trama interessante e criativa: Apesar de não contar com um lore (enredo) tão aprofundado quanto o de “World of Warcraft“, a trama de “Wildstar” é atraente e oferece várias reviravoltas interessantes, que permitem ao jogador desenvolver o personagem e se envolver nas tramas que o mundo de Nexus oferece, com suas tecnologias, segredos e elementos de ficção.

Interface e jogabilidade: Também gostamos da interface do jogo, que é elegante e bastante criativa, oferecendo facilidade para que o jogador possa iniciar seu jogo, criar seu personagem e começar suas aventuras, sendo interessante destacar também que a jogabilidade de “Wildstar” é bastante atraente, permitindo que o jogador trilhe seu caminho dentro da história do jogo e de seu personagem de maneira inteligente e seguindo o estilo de jogo que melhor se encaixa a ele.

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  • Luiz Cláudio

    hum interessante sua analise, mas esse jogo n sei pq ele n me interessa em nenhum aspecto. Mas muitos que jogaram falaram bem do jogo n tenho nd contra ele mas nunca jogarei hehe.

    • SlayerofCaltera

      Eu também joguei um pouco e não gostei, achei bem confuso.

    • “WildStar” é um ótimo jogo, o problema é essa ambientação futurística e gráficos caricatos demais que não agrada muita gente, inclusive eu.

  • Lucar

    Joguei até o level CAP com 2 personagens. O jogo só peca por não mostrar a seriedade de um mmorpg 18+. Fora isso é um jogão! Não deixa a desejar para nenhum outro. É um dos mmorps mais divertidos da atualidade, só que não tem a molezinha mamão com açúcar que transparece nos gráficos e que a geração pão com leite ta acostumada.

  • Vegeta

    O jogo é bom, mas há saturamentos de informações que deixa o game com uma aparência cansativa. O mapa mundi do jogo é confuso, nao mostra com clareza os npcs que vc quer encontrar e te deixa perdido várias vezes. Há uma quantidade absurda de itens inúteis que vc recebe no inventário deixando o jogador sem saber oq fazer.
    Um mmo ele deve ter um gameplay divertido, mas deve ser simples no quesito de informações, coisa que wildstar pecou com força. A customização dos personagens é razoável, é fácil vc encontrar nego igual a vc

  • Eric Palafora

    O jogo é top. mas eu não curto combate orientado a ação em MMOPRG. Sou old fart do tab targeting

  • cris709ab

    comprei esse jogo na pré-venda e me arrenpendi cada segundo, mesma coisa com ESO e Landmark, mas depois de quebrar a cara 3 vezes aprendi e nunca mais comprar nada em pré-venda tanto no pc como em consoles.