A Blizzard decidiu mexer com a nostalgia de muita gente ao anunciar Diablo II: Reign of the Warlock, expansão inédita para Diablo II: Resurrected que chega décadas depois de Lord of Destruction. O grande destaque é a nova classe Warlock (Bruxo), acompanhada de melhorias de qualidade de vida e ajustes no conteúdo de endgame.
Quem comentou a novidade foi Chris Wilson, um dos criadores de Path of Exile, jogo que nasceu justamente da paixão por Diablo II. Em vídeo publicado no YouTube, ele elogiou o respeito da equipe com o legado do clássico, principalmente pela opção de manter personagens na versão anterior ao update. Para ele, isso mostra um cuidado raro com um “jogo-museu” que marcou o gênero.
Ainda assim, Wilson levantou um ponto importante: a expansão não traz um novo Ato, nem novas regiões ou campanha adicional. Na prática, isso faz com que o pacote tenha apelo maior para quem já joga ativamente, deixando menos motivos para quem se afastou voltar agora.
Sobre o Warlock, ele reconhece que a classe é interessante e bem trabalhada, mas comenta que seu design moderno e extremamente versátil pode destoar do espírito mais limitado das classes clássicas. No fim das contas, a expansão reacende o interesse pelo título, mas deixa a sensação de que poderia ter ido um passo além para conquistar também novos e antigos aventureiros.
