Uma das notícias que mais movimentaram o mundo dos games ontem, 22 de julho, foi a história de um processo aberto contra a Activision Blizzard, no qual a empresa foi acusada de promover diversos tipos de assédio, abuso sexual e discriminação contra funcionárias mulheres. A situação, claro, deixou muita gente revoltada, inclusive alguns players do lendário WoW, que decidiram fazer um grande protesto “in-game”… vamos dar uma conferida nesse caso?
Conforme eu adiantei, o processo aberto contra a Activision Blizzard inclui acusações de assédio, abuso sexual e discriminação contra funcionárias mulheres. De acordo com o documento, a cultura da empresa é um “terreno fértil para assédio e discriminação contra mulheres”. Além disso, há relatos de que os superiores, em diversos níveis da hierarquia organizacional, ignoraram casos de assédio sexual e comportamento inapropriado. Aliás, a situação chegou a ser notificada ao departamento de recursos humanos e ao atual presidente da Blizzard, J. Allen Brack, mas tudo continuou na mesma. Enfim, assim como outras grandes empresas do segmento, a empresa responsável por jogos como Call of Duty, WoW e Diablo possui um “lado negro”, que está sendo exposto e submetido à justiça.
E já que citei o lendário WoW, vale contar a história de um grupo de players que se reuniram na hub social Oribos para fazer um grande protesto “Sit-in” contra a Activision Blizzard. De acordo com as informações, todos os protestantes estão com suas contas no status “sub-locked”, ou seja, eles possuem créditos pré-pagos e não pretendem retornar ao game quando suas assinaturas chegarem ao fim. Por isso, estão “gastando” seus últimos momentos nessa ação. Resumindo, parece que a “casa está caindo” para a empresa estadunidense e a cada nova polêmica, fica mais claro que o verdadeiro “WoW Killer” é a sua própria desenvolvedora.
