Lançado no último dia 9 de janeiro, Dreadmyst voltou aos holofotes após seu desenvolvedor confirmar o recebimento de uma notificação formal da NCSOFT. A empresa sul-coreana exige a remoção de todos os elementos de seus jogos que estariam presentes no projeto independente. Como consequência imediata, o título foi temporariamente removido da Steam para novos jogadores.
De acordo com o comunicado, a empresa reconhece que alguns recursos podem ter sido adquiridos por meio de plataformas de terceiros, mas reforça que esse tipo de compra não concede direitos legais de uso, reprodução ou redistribuição de conteúdo protegido por direitos autorais. Segundo a publisher, os materiais em questão teriam sido comercializados de forma ilegal por partes não autorizadas.
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Desde antes do lançamento oficial, Dreadmyst já era alvo de críticas por contar com semelhanças visuais e sonoras com diversos jogos conhecidos do mercado. Após a estreia, passaram a circular comparações diretas com títulos como The Witcher, Lords of the Fallen e Magic: The Gathering. O foco principal das acusações, porém, recaiu sobre ícones e trilhas sonoras muito semelhantes às do MMORPG Aion, um dos principais títulos do catálogo da NCSOFT.
O desenvolvedor de Dreadmyst afirma que adquiriu todos os assets em sites especializados, mas a legalidade dessas compras sempre foi questionada. A notificação oficial da NCSOFT acabou validando suspeitas levantadas anteriormente por jogadores, que já apontavam possível uso indevido de conteúdo protegido. Segundo o criador do jogo, a remoção ou substituição dos elementos solicitados pode levar alguns dias.
Além disso, há ainda acusações mais graves enfrentadas pelo desenvolvedor, sem confirmação oficial, de que o projeto teria sido montado com auxílio de ferramentas de inteligência artificial a partir de fragmentos de outros jogos. E tem mais: circulam rumores de que o autor do MMORPG estaria ligado a antigos servidores piratas de World of Warcraft, conhecidos por encerrar atividades pouco tempo após o lançamento.
