Funcionários da Activision Blizzard processam a empresa por intimidação e outras “práticas desleais”

Publicado em 15/09/2021 - 06h25 por Yohan

Sim! Mais um dia, mais um capítulo para a tragédia da Activision Blizzard. Após se tornar notícia por ser alvo de um processo marcado por acusações de assédio, abusos e discriminação, a empresa foi acionada novamente na justiça. Dessa vez, de acordo com um press release que foi revelado no site oficial da entidade Communication Workers of America, as acusações contra a gigante do mundo dos games guardam relação com ações intimidadores e “práticas desleais” cometidas contra os funcionários que decidiram protestar diante das situações tóxicas em seu ambiente de trabalho… vamos checar as informações?

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Segundo as informações apresentadas no release, desde o processo de julho, grupos de funcionários da Activision Blizzard começaram a ser organizados, com vistas a defender seus direitos e garantir um ambiente de trabalho digno. Porém, o documento menciona que: “em vez de responder a essas demandas, a gerência da Activision Blizzard está usando táticas coercitivas para tentar impedir que seus funcionários exerçam seus direitos de se manterem juntos e exigir um local de trabalho mais equitativo, sustentável e diversificado”.

Em outras palavras, a gigante dos games parece estar intimidando os trabalhadores e tentando silenciá-los. O release também menciona que a Activision Blizzard está apostando em “práticas desleais” para suprimir os direitos dos trabalhadores, mantendo-os sob vigilância e usando outros artifícios para dividir e eliminar os “grupos de resistência”. Resumindo, os funcionários da empresa estão tentando exercer seus direitos e brigando por melhores condições de trabalho, mas estão sofrendo retaliações. Por isso, a nova ação legal foi iniciada. Com isso, a novela que começou em julho ganha um novo capítulo e avança para outros círculos, já que entidades de maior expressão estão começando a se posicionar a favor dos colaboradores. Vale a pena a gente continuar acompanhando essa história de perto. Detalhe: o processo também mencionou a King (empresa conhecida por focar em jogos mobile e que também fazer parte do mesmo grupo econômico).