O aguardado reboot de Fable promete respeitar a identidade da franquia, mas não pretende repetir todas as fórmulas do passado. A Playground Games deixou claro que algumas mudanças profundas estão sendo feitas para adaptar a série a uma nova geração de jogadores. Entre as principais transformações está a reformulação completa do clássico sistema de moralidade, que abandonará a divisão rígida entre bem e mal para adotar uma abordagem mais próxima da realidade contemporânea.
Em entrevista recente à GamesRadar+, Ralph Fulton, gerente-geral da Playground Games, explicou que o estúdio buscou inspiração na forma como RPGs modernos passaram a tratar decisões morais de maneira mais sofisticada. Segundo ele, a ideia de um bem absoluto e de um mal absoluto já não representa o mundo em que vivemos hoje. No novo Fable, as ações do jogador não são avaliadas por uma barra moral binária. Em vez disso, elas constroem uma reputação que varia conforme o local e as pessoas que testemunham esses atos. Uma mesma decisão pode gerar reações muito diferentes dependendo do contexto, refletindo um sistema mais subjetivo e orgânico.
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Fulton destacou que esse modelo permite combinações únicas de reputação, fazendo com que os habitantes de Albion reajam de forma mais específica ao comportamento do jogador. NPCs podem elogiar, criticar ou até hostilizar o herói em público, funcionando como uma espécie de “coro grego”, algo que o estúdio considera essencial para preservar o espírito clássico da franquia. A mudança também acompanha uma tendência mais ampla do gênero. RPGs modernos vêm deixando de lado sistemas simplistas de moralidade, optando por consequências narrativas e sociais mais complexas. Fable será lançado no outono de 2026 para PC, Xbox Series X|S.