Executivos substituídos, perda de patrocinador, queda no número de usuários ativos… mais polêmicas para a tragédia da Activision Blizzard

Publicado em 04/08/2021 - 07h15 por Yohan

Nos últimos dias, quando nos deparamos com notícias sobre a Activision Blizzard, não precisamos pensar muito para saber que o assunto é apenas mais uma polêmica para aumentar a tragédia da empresa. Após o processo relacionado a casos de assédio, abusos e discriminação, tivemos diversas manifestações, um boicote da mídia especializada, uma grande movimentação de peças importantes da indústria e muito mais. Porém, as coisas continuam piorando… vamos dar uma olhada nas últimas notícias?

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Para começar, o presidente da Blizzard, J. Allen Brack foi removido foi substituído por uma dupla de executivos. Pois é! Jen Oneal e Mike Ybarra irão comandar a empresa de forma conjunta até que todo o “caos” passe. Aliás, informações também indicaram que Jesse Meschuk, chefe do setor de recursos humanos da desenvolvedora, também foi retirado do seu cargo. E sim, ainda tem mais… Outro caso curioso diz respeito à possível perda de um dos maiores patrocinadores de certas ligas de eSports pertencentes à Activision Blizzard. Nesse sentido, ainda não houve uma confirmação oficial, mas tudo indica que a T-Mobile vai deixar de oferecer suporte às competições de Overwatch e Call of Duty.

E como se tudo isso já não fosse o suficiente, os relatório financeiros do último trimestre da Activision Blizzard foram revelados. Dentre os muitos pontos abordados pelos documentos, um dos que mais chamaram a atenção foi a perda de usuários ativos. Analisando os números, fica claro que, apenas no último trimestre, a Blizzard perdeu cerca de um milhão de players. Esse resultado manteve uma tendência decadente que já vem sendo verificada há anos. Para você ter uma ideia, em 2018, a empresa tinha 38 milhões de usuários e agora, no segundo trimestre de 2021, o número caiu para 27 milhões. E é isso! Esse foi um resumo com as principais adições à tragédia da empresa estadunidense. E não, não seria exagero algum imaginar que as coisas ainda vão continuar indo de mal a pior.